Com produção de Papatinho, Kelly Key tenta mais uma volta ao pop feminino do qual foi precursora há 25 anos

Kelly Key em estúdio com o produtor musical Papatinho Reprodução ♫ ANÁLISE ♬ Mesmo morando há três anos em Angola, Kelly Key tenta mais uma volta ao m...

Com produção de Papatinho, Kelly Key tenta mais uma volta ao pop feminino do qual foi precursora há 25 anos
Com produção de Papatinho, Kelly Key tenta mais uma volta ao pop feminino do qual foi precursora há 25 anos (Foto: Reprodução)

Kelly Key em estúdio com o produtor musical Papatinho Reprodução ♫ ANÁLISE ♬ Mesmo morando há três anos em Angola, Kelly Key tenta mais uma volta ao mercado pop do Brasil. Em dezembro, a cantora e compositora carioca esteve em estúdio com o produtor musical Papatinho para dar forma a um single que, tudo indica, apresentará música inédita e será lançado neste ano de 2026. O gancho é a celebração dos 25 anos de carreira da artista. De fato, Kelly Key foi lançada no mercado fonográfico em 2001, com bem orquestrada ação de marketing da gravadora Warner Music, e se tornou precursora do pop feminino brasileiro do século XXI. Key foi a porta-voz de um pop dançante com alta carga de sensualidade. Após o impulso inicial com “Baba” (Kelly Key e Andinho, 2001), hit blockbuster ao qual se seguiu sucessos de menor proporção como “Adoleta” (Umberto Tavares, Gustavo Lins e Victor Junior, 2003), a carreira musical de Kelly Key perdeu fôlego ao longo dos anos 2000, mas deixou alas abertas nesse segmento pop. Desde então, a artista já ensaiou algumas voltas. Contudo, álbuns como “No controle” (2015) e “Do jeito delas” (2020) surtiram pouco efeito. Neste último álbum, Kelly Key reciclou os próprios sucessos ao lado de sucessoras como Luísa Sonza, Pocca, Preta Gil (1974 – 2025) e Rebecca. O último lançamento fonográfico de Kelly Key foi o single “Cachorro infiel (Cachorrinho)”, gravado com Davi Kneip e DJ2F.